quarta-feira, 13 de março de 2013

Como configurar sua rede sem Fio no Notebook?


Windows guarda as configurações de rede ao efetuar conexões.
Por isso, quando existe um problema como:
Notebooks encontram as redes, mas não consiguem acessá-las, quando tenta conectar, ele dá erro e pede para tentar outra vez.
Por isso é importante remover as configurações existentes.
Fonte: G1
Como configurar
Como configurar
Assim, o sistema irá carregar todos os dados necessários – novamente – na próxima tentativa de acesso.
Para executar esta ação, siga o caminho:
Iniciar > Painel de Controle > Configurações > Conexões de rede.
Já na janela que será aberta, localize o ícone de sua conexão sem fio e clique com o botão direito do mouse sobre ele.
Vá até a opção Propriedades.
Uma janela de configurações será aberta.
Localize a aba Redes Sem Fio e no item Redes Preferenciais remova as redes listadas – mais exatamente as que você sabe que apresentam problemas.
Feito isto, clique em OK e reinicie o computador para tentar acessar a rede sem fio novamente.
Recomendo também verificar com o responsável pela rede quais são os dados de conexão.
Geralmente a senha de acesso é uma longa sequência de caracteres, veja se todos os que você tem anotado estão corretos.
Recomendo também verificar com o responsável pela rede quais são os dados de conexão.
Geralmente a senha de acesso é uma longa sequência de caracteres, veja se todos os que você tem anotado estão corretos.
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Veja dicas para melhorar a performance de sua rede sem fio


Com a grande popularização dos notebooks, as redes sem fio se tornaram algo extremamente comum em nosso dia-a-dia – praticamente em todos os lugares é possível detectar alguma rede wireless. Com a evolução da tecnologia, esse tipo de conexão se tornou suficientemente rápida e confiável para substituir redes cabeadas em pequenas empresas e residências.
Porém, muitas vezes, a rede não nos proporciona uma conexão com o desempenho idealizado. Em muitos casos é possível melhorar consideravelmente a qualidade da conexão através de medidas simples. Neste artigo compartilharei algumas dicas que podem ajudar a melhorar a performance da sua rede sem fio.
Posicionamento do roteador
Uma rede wireless usa ondas eletromagnéticas como forma de transferir dados. Estas, podem ser afetadas, e inclusive bloqueadas, por objetos e estruturas triviais em qualquer ambiente doméstico. É importante considerar estes objetos na hora de instalar um roteador.
Muitas vezes um simples reposicionamento pode melhorar significativamente a cobertura e a performance da rede em pontos periféricos de uma casa ou escritório. É recomendado, sempre que possível, instalar o roteador sem fio em um local central da residência, para que os cômodos mais distantes recebam um sinal melhor. Por exemplo, se o roteador está próximo a uma parede externa, o sinal do lado oposto da casa será, pelo menos, mais fraco do que se o aparelho estivesse em uma área central.Rede sem FIO
Outra medida simples é manter o roteador em um local mais alto, sem obstruções ao redor. Além disso, é geralmente melhor deixar a antena do aparelho na posição de 90º (em relação ao solo), salvo em situações onde a cobertura de mais de um pavimento é desejada; isso, porque o raio de maior alcance passa pelo centro da antena.
Assim como paredes de concreto, vidros, grandes objetos de metal – como armários – e água – como em aquários e bebedouros – interferem negativamente na propagação do sinal wireless. Porém, estes últimos podem ser facilmente retirados do caminho do sinal, proporcionando um alcance maior.
É importante ressaltar que em algumas situações – como em ambientes pequenos – as alterações aqui sugeridas não irão resultar melhorias visíveis.
Reduzindo a interferência
Existem vários padrões de rede sem fio no mercado, dentre eles destacam-se o 802.11g, que é o mais popular e funciona na freqüência de 2,4GHz, e o 802.11n, que é relativamente recente e opera em 2,4GHz ou 5GHz.
É intuitivo o fato de que, quanto pior é o sinal da rede, menor é a performance da mesma. A explicação é que, quanto pior o sinal da rede, mais ela é suscetível a perder dados durante a transmissão – o que torna necessário reenviar muitas vezes a mesma informação, gastando um tempo extra. Para amenizar essa perda de informações, o driver da placa de rede sem fio reduz, automaticamente, a velocidade de transferência conforme o sinal vai ficando pior.
Um dos fatores que contribui com a degradação do sinal é a interferência. Ela acontece quando diversos aparelhos utilizam a mesma freqüência, ao mesmo tempo. Essa “concorrência” entre duas ou mais ondas pode prejudicar qualidade do sinal do roteador – reduzindo ou inviabilizando a transferência de dados.
Com a popularização das redes sem fio, é muito comum encontrar diversas redes operando simultaneamente, na mesma freqüência, em lugares muito próximos. Para que elas possam funcionar ao mesmo tempo, existe, em todos os roteadores, uma configuração chamada de “Canal” – que é uma espécie de variação da freqüência do aparelho; se a “distância” entre os canais for suficientemente grande, os dois equipamentos não irão interferir entre si. Para roteadores 802.11g, os canais variam de 1 a 11 – os canais 1, 6 e 11 são os que menos interferem entre si.
Portanto, para evitar interferências com redes vizinhas, é possível utilizar softwares como o NetStumbler e o KisMac para detectar os canais das redes existentes. Com posse desta informação, é possível escolher o canal mais adequado para configurar a sua rede.
Além de interferências com outras redes sem fio, existem outros eletrônicos que utilizam as mesmas freqüências dos roteadores, com destaque dos telefones sem fio(2,4GHz e 5GHz) e o forno microondas(2,4GHz).
A interferência com telefones sem fio é mais simples de ser resolvida. Caso a sua rede opere em, por exemplo, 2,4GHz, basta adquirir um telefone de 900MHz ou 5GHz que não ocorrerá interferências entre os aparelhos.
A interferência com o forno de microondas afeta apenas redes de 2,4GHz. Isso geralmente não gera problemas. Porém, caso o eletrodoméstico esteja prejudicando a estabilidade da rede, as soluções são: trocar o forno de lugar, ou investir em um roteador que opere em 5GHz.
Considerações Finais
Além das sugestões apresentadas anteriormente, é importante destacar que manter o firmware dos equipamentos de rede sempre atualizado é uma prática que pode ajudar a melhorar a eficiência da rede, já que novas versões geralmente trazem otimizações e correções de bugs. Muitos fabricantes disponibilizam a ferramenta de atualização no próprio roteador, proporcionando um processo bem fácil e simples.
Em residências grandes, é possível que um roteador não tenha potência suficiente para cobrir toda a área do ambiente. Por isso, existem dispositivos chamados de repetidores, que trabalham em conjunto com um roteador, para expandir o raio de cobertura do sinal.
Portanto, em grande parte das situações, algumas medidas simples – como repensar a localização do roteador – podem aumentar a performance de uma rede. É importante tentar eliminar as interferências com outros equipamentos, já que esta é a principal causa de instabilidade nas conexões sem fio. Além disso, caso o ambiente seja muito grande, considere a adoção de um repetidor wireless.
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Você quer? Saber se estão usando sua Wireless? Quais os gargalos de sua Banda? Recuperar senhas da Wireless? Localizar dispositivos Bluetooth.


Aqui vão alguns softwares que podem fazer isso para você sem maiores problemas.
O WiFi Manager é um programa para gerenciamento centralizado e de segurança de conexões Wireless (sem fio).
Este software potencializa a segurança de LANS monitorando continuamente a rede e o ambiente, podendo detectar quase todas as ameaças a conexões sem fio. Você também pode configurar pontos de acesso com poucos cliques.
Ou seja, com o WiFi Manager, você terá controle completo sobre seus aparelhos sem fio.
A primeira seção, “Monitor”, mostra em tempo real o tráfego de dados recebidos e enviados pelo seu computador. Você pode visualizar a taxa de download e upload ao mesmo tempo, ou separadamente, habilitando as opções “Show Download” e “Show Upload”. Clicando em “Up” ou “Down”, você aumenta ou diminui a escala de medida, podendo chegar até a casa dos terabytes:
Dados monitorados pelo BitMeter OS
Na aba “History”, você tem o histórico de atividades, divido por minutos, horas ou dias. Assim você pode perceber em quais horários ou dias da semana você tem o maior tráfego. Existe também a possibilidade de exportar esses dados para um arquivo do tipo CSV, possibilitando que o usuário trabalhe com esses números no Excel, por exemplo:
Histórico de uso
Em “Summary” você encontra um resumo do uso da largura de banda: quanto foi transferido e recebido durante o dia, o mês ou o ano desde que o software foi habilitado (“Since”). Já em “Query”, o usuário pode fazer consultas sobre a atividade do host durante certo período de tempo, indicando a data de início e de conclusão da pesquisa.
Para cada aplicativo que é executado no PC, um novo processo é criado, e cada um deles recebe um número, chamado PID, que os identifica e diferencia dos outros.
Existem também os processos do próprio sistema, que são iniciados de maneira automática, mas isto já é outro assunto.
NetLimiter possui uma interface bem simples, porém muito funcional. É possível visualizar diversas opções e ferramentas em janelas separadas, dando maior liberdade ao usuário.
Além disso, as principais opções do aplicativo são facilmente acessadas, já que estão dispostas nos diversos botões presentes na tela do programa.
Para que seu computador fique protegido contra as pragas que andam soltas pelas Internet, o NetLimiter conta também com um excelente programa firewall, que pode ser ativado ou desativado a qualquer momento.
Regras e limitações
Na tela principal do programa é mostrada uma lista com todos os processos que estão ativos no momento, e que, de alguma maneira, estão utilizando a conexão com a Internet.
Para limitar a banda para os processos, basta marcar a opção “Limit” presente ao lado de cada item da lista e aguardar até que a alteração seja feita.
Limitar transferência da dados é muito simples.
É possível limitar banda apenas para entrada ou saída de dados. Marcando a opção “Limit” presente na coluna “Incoming” você limita os dados de entrada, enquanto que a opção “Limit” na coluna “Outgoing” limita os dados de saída.
Além disso, também é possível criar as famosas regras do firewall, as quais liberam ou bloqueiam o acesso de programas e endereços IP ao seu computador.
A maneira mais simples de fazer isto, é clicando na em “Options” e escolher a opção “Rule editor”. Em seguida é só preencher os dados solicitados e clicar em “Add new”.
Criação de regras.
Visualizando tráfego da rede
O NetLimiter também permite a visualização, através de um gráfico, do tráfego da rede. Para ter acesso a este gráfico, basta escolher a opção “Traffic chart” presente em “Options”.
Assim você fica de olho em tudo o que está rolando na rede e pode limitar o uso da Internet para cada programa individualmente.
BluetoothView é um programa minúsculo com uma função muito simples: ele detecta todos os dispositivos com Bluetooth ativado que entrarem em seu raio de alcance, informando o seu nome, endereço, tipo, horário da primeira e da última vez em que foi detectado e muito mais.
Este aplicativo funciona a partir da bandeja do relógio do Windows e é extremamente simples de ser interpretado.
Vantagens
Segundo o site dos desenvolvedores, as vantagens para quem utiliza este programa é poder saber quando se aproximam ou se afastam vizinhos e familiares que possuem este tipo de conexão em seus aparelhos celulares.
O programa emite um aviso sempre que um novo dispositivo é detectado, o que permitirá a você saber quem está se aproximando, mesmo antes de vê-los.
Ou seja, é mais privacidade para você usar o seu computador.
WirelessKeyView é um sistema que recupera todas as senhas de rede Wireless WEP/WPA que foram armazenadas no seu computador pelo serviço Wireless Zero Configuration — que faz uma busca por novas redes, conectando-se à que tiver melhor sinal — no Windows XP.
Já para os usuários do Windows Vista, o programa recuperam as senhas armazenadas pelo serviço WLAN AutoConfig.
Desta maneira, você pode salvar todas as senhas que o programa recuperou nos formatos texto, HTML, XML, ou ainda se preferir, copiar somente uma senha e enviá-la para a sua área de trabalho.
WirelessKeyView não requer nenhuma instalação ou arquivos DLL adicionais.
Assim que você executar o arquivo, na janela do programa aparece uma lista com todas as senhas WEP/WPA armazenadas.
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Polêmica: Notebook sobre o colo causaria impotência?


A alguns fizemos uma reportagem sobre o assunto, e agora ele volta a tona, com mais informações e mais polemicas.
Post original:
Os notebooks mudaram completamente algumas atitudes de quem não desgruda de um computador. Um ótimo exemplo é a revolução que causaram no meio acadêmico. Antes era preciso elaborar documentos no computador de casa, imprimi-los em folhas transparentes e então usar o retroprojetor da instituição de ensino para apresentar determinado trabalho.
E não é só nesse exemplo que vemos uma grande mudança. Antigamente era preciso passar frio e ficar usando o PC em uma cadeira desconfortável. Agora os laptops possibilitam acessar a web, assistir a filmes e usufruir de todo o potencial da informática no conforto da cama. Basta carregar o notebook para onde desejar, colocá-lo no colo e realizar qualquer atividade.
Tudo seria muito perfeito, se não fosse um pequeno inconveniente: o calor. Diversas pessoas vêm relatando que passaram por situações em que usaram o PC no colo e acabaram notando leves queimaduras na pele. Relatos desse tipo levaram alguns médicos a uma questão: afinal, utilizar o notebook no colo pode causar danos à pele?
Para esclarecer essa dúvida e outras questões relacionadas, entramos em contato com a doutora Kerstin Taniguchi Abagge, integrante do Serviço de Dermatopediatria do Departamento de Pediatria do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. Agora você confere na íntegra nossas questões e as respectivas respostas da especialista.

Desvendando o mistério

Existe algum estudo para debater a questão dos danos à pele causados pelo uso do notebook no colo?

Sim. Existem vários relatos de caso acerca de lesões causadas pelo notebook, principalmente aquelas relacionadas ao calor (radiação infravermelha) em contato com a pele, também chamadas de “eritema ab igne”.

Há casos que atestem os danos e malefícios do uso do notebook no colo? A partir de qual temperatura há um risco significativo?

Sim, há alguns relatos na literatura sobre a ocorrência de lesões de pele. Geralmente temperaturas acima de 45 ºC.

Qual o tempo máximo recomendado para se utilizar o notebook no colo?

O ideal seria a NÃO UTILIZAÇÃO ou a utilização com equipamentos de resfriamento (como os que contêm uma ventoinha com conexão USB) ou aqueles que proporcionam maior distância entre a CPU e a pele. Tanto pela saúde da pele quanto pelo adequado resfriamento do computador, pois seu superaquecimento pode levar a danos no equipamento.
 (Fonte da imagem: Divulgação/Targus)

Quais os piores danos que esse calor pode causar? Existe a possibilidade de desenvolver câncer de pele?

Se a lesão pelo calor for de longa duração, pode haver queimadura, atrofia, alterações de pigmentação, ceratoses e até mesmo o surgimento de carcinoma de pele.

Em caso de danos, como se dá o tratamento?

Afastamento do calor, evitar exposição ao sol, utilização de cremes de corticosteróide na fase aguda e fotoproteção.

Há algum estudo comprovando quais marcas de notebook tendem a gerar problemas desse tipo?

Não que eu saiba. Todos os que eventualmente atinjam temperaturas acima de 45 ºC poderiam causar esse tipo de lesão.

Esse calor excessivo gerado pelo notebook pode causar impotência nos homens?

Há relatos de que o aumento da temperatura testicular poderia levar a uma diminuição na espermatogênese (produção de espermatozoides), ou seja, infertilidade, mas não impotência. Desconheço casos descritos na literatura médica de impotência relacionada ao uso do laptop no colo.

As fabricantes têm consciência dos problemas

Essa polêmica do “superaquecimento” não é nada nova e, inclusive, existem diversas notícias comprovando que muitas fabricantes fazem recalls para consertar centenas de milhares de produtos que aquecem além do comum. A Sony é uma das empresas que teve reclamações, no ano passado, e foi instruída por autoridades americanas a recolher os produtos danificados que estavam causando transtornos a diversos clientes.
E não foi só a fabricante japonesa que teve complicações quanto a isso. A HP também já teve que fazer recalls e sempre acontece de sabermos de alguma outra marca que tem de trocar os notebooks, pois estão com problemas de superaquecimento ou de bateria. Com alguns novos modelos esses inconvenientes estão desaparecendo, graças a novos processadores, como o Intel Atom e os modelos da linha AMD Fusion.

Possíveis causas e como evitar

Aproveitando o tema, nada melhor do que explorarmos todas as questões e garantirmos que você sane suas dúvidas de uma vez por todas. Por isso, elaboramos duas pequenas listas para citar os possíveis problemas que podem fazer o computador aquecer e algumas soluções.

Por que o notebook esquenta?

1. Se você comprou seu laptop há algum tempo, então é possível que o aquecimento seja culpa da poeira (como mostrado na imagem abaixo). Ao contrário de computadores desktop, os notebooks não são abertos com frequência e, consequentemente, a sujeira acumula com facilidade;
 (Fonte da imagem: Reprodução/DMahalko)
2. O cooler não está operando na velocidade mínima necessária para refrigerar a CPU;
3. Você possivelmente está utilizando o notebook em uma superfície que não possibilita a passagem de ar;
4. Pode haver um problema na pasta térmica do processador. Se ela não opera da maneira esperada, pode ser que o processador esquente por não estar transmitindo o calor da maneira apropriada para o dissipador;
5. O problema pode ser no hardware. Talvez o processador esteja operando com uma tensão acima do normal ou foi realizado um overclock na CPU.

Como solucionar o problema?

1. Limpe as ventoinhas e todas as saídas de ar do notebook;
2. Use algum aplicativo para verificar se o cooler está trabalhando na velocidade padrão. Certifique-se de que não há nenhuma configuração na BIOS que esteja desregulada;
3. Verifique por onde o ar quente sai. Caso o cooler fique posicionado na parte de baixo, procure usar o computador em superfícies onde a saída não fique obstruída. Evite utilizar almofadas ou cobertores em baixo do computador. Talvez um cooler com conexão USB resolva o problema;
 (Fonte da imagem: Divulgação/Targus)
4. Envie o computador para a assistência técnica autorizada para a substituição da pasta térmica;
5. Verifique na BIOS ou com algum software se o processador está operando com os valores de fábrica. Caso nenhuma das soluções resolva, envie o notebook para a assistência técnica.

Leia mais sobre o assunto

Desvendamos mais um mito ou verdade. Agora que você sabe que existe a possibilidade de que o notebook gere danos à pele, procure, sempre que possível, utilizar o notebook sem realizar contato direto com o corpo. Mesas portáteis com coolers podem ser excelentes alternativas para usar o PC no colo sem correr o risco de ter a pele queimada.
Caso você queira buscar mais informações sobre os problemas dermatológicos causados por notebooks, recomendamos a leitura do artigo “Eritema Ab Igne em adolescente induzido por computador laptop”, da doutora Susana Giraldi. Você pode fazer o download do arquivo PDF clicando aqui.
Fonte: Tecmundo

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